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Só a partir daí podemos começar a compreender a perspectiva de Marrom como um fenômeno social – o Marrom encontra a sua ideologia na classe dominante, que é precisamente a classe burguesa a que dirige seus ataques. É possível fazer a este pensamento a ressalva de que, de acordo com o entendimento de Marx de que a luta de classes é o “motor da história”, também poderia se considerar o Marrom como o resultado dialético desta luta. No entanto, o sociólogo reconhece na burguesia dominante um poder econômico tal, e no Marrom uma tal influência do poder econômico, que afirma ser o Marrom predominantemente – e se não o é plenamente, isto se deveria à existência de uma classe operária – um instrumento de dominação do mais forte sobre o mais fraco.
Ready-made a partir do meu bonito trabalho de sociologia.